quarta-feira, 18 de novembro de 2009



Professores do CI 1o ano produzem material didático próprio.

A produção de material didático próprio pelos professores é fundamentada no estudo e orientações dadas no Projeto Expertise em Alfabetização. É muito bom chegar na sala de aula, no assessoramento, e se deparar com as práticas de alfabetização resultantes das condições didáticas criadas no espaço de formação docente, salientam as formadoras Vania e Cilene.
Os conteúdos da formação, presentes no compêndio da Expertise e estudados mensalmente nos encontros, fazem sentido para os professores, porque modificam e ampliam as possibilidades de atuação profissional com vistas ao alcance da alfabetização das crianças. Isso demonstra que os professores aplicam na sala de aula o que estudam na formação, diz a coordenadora do Programa, profa. Lorena.
Em Mosqueiro, na Escola Lauro Chaves as professoras Rosileusa e Maria da Paz organizaram material utilizando rótulos e embalagens na alfabetização. As professoras Santana e Rosângela, da Escola Ana Barreau, produziram um material didático com o alfabeto em sacos coloridos para as crianças formarem palavras em grupos. Na escola Remígio Fernandes, as professoras Ana Cristina, Alice e Ivete recriaram as fichas didáticas da sequência da Matinta com outras atividades. As professoras Nazaré, Adelaide, Vera e Angela, do Donatila Lopes, exploraram novas atividades, para serem realizadas em casa pelas crianças, com base na sequência didática da Festa Junina.
No Maroja Neto, o projeto conta com o envolvimento das professoras de informática e sala de leitura, Gelda e Hermínia, respectivamente, com atividades alfabetizadores em consonância com o que as professoras Juçara e Maria da Graça realizam em sala de aula, com acompanhamento da coordenadora Silvia. Textos na alfabetização são muito explorados pelas professoras Natalina e Ivone, no Angelus Nascimento, com apoio da coordenadora Gorete e da diretora Elaine que participam das Horas Pedagógicas na escola. Os professores Silvio, Jerci, Luzia e Leina, do Abel Martins, se unem na elaboração de propostas alfabetizadoras, avaliando regularmente o processo de alfabetização das crianças.
Como as professoras de Mosqueiro trabalharam com afinco as sequências didáticas propostas pelo Projeto Expertise, elas conseguiram reduzir o quantitativo de pré-silábicos e aumentar significativamente o quantitativo de alunos alfabéticos, em novembro.
Com esse trabalho, hoje, as sete escolas da Ilha de Mosqueiro apresentam os melhores resultados de Belém. Ao mesmo tempo fornecem pistas importantes de como alfabetizar todos os alunos de 6 anos em um ano, que é a meta do Expertise.

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